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More technology. More humanity?

A question to explore: How can we prepare the next generations for their financial future?

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Hoje perguntei ao meu filho: o que você faria se Elon Musk lhe desse uma ação da SpaceX? A pergunta surgiu porque Elon Musk anunciou que planeja dar uma ação da SpaceX a cada criança dos Estados Unidos. Por outro lado, a Anthropic, empresa responsável pelo Claude, anunciou que destinaria 5% de suas ações a um fundo de benefício público, sujeito à aprovação de seus acionistas. São propostas cuja implementação precisaremos acompanhar, mas que me fizeram pensar em duas perguntas. Como preparar as próximas gerações para seu futuro financeiro? Receber uma ação pode despertar o interesse pela poupança, pelos investimentos e pelo risco. Transformar essa experiência em aprendizado exige orientação, especialmente se a IA transformar o trabalho e a geração de renda. Como compartilhar os benefícios de uma riqueza gerada globalmente? Se essas empresas crescem com conhecimento, trabalho e usuários do mundo inteiro, como suas iniciativas poderiam alcançar também a América Latina e as populações mais vulneráveis? Pensar a inovação a partir das oportunidades que ela abre, para quem e de como nos preparamos para participar.

La pregunta viene porque Elon Musk anunció que planea entregar una acción de SpaceX a cada niño de Estados Unidos. Por otro lado Anthropic, la empresa detrás de Claude, anunció que destinaría el 5% de sus acciones a un fondo de beneficio público, sujeto a aprobación de sus accionistas.

Son propuestas cuya implementación habrá que seguir, pero me dejaron pensando en dos preguntas.

¿Cómo preparar a las próximas generaciones para su futuro financiero? Recibir una acción puede despertar interés por el ahorro, la inversión y el riesgo. Convertir esa experiencia en aprendizaje requiere acompañamiento, especialmente si la IA transforma el trabajo y la generación de ingresos.

¿Cómo compartir los beneficios de una riqueza que se genera globalmente? Si estas empresas crecen con conocimiento, trabajo y usuarios de todo el mundo, ¿cómo podrían sus iniciativas alcanzar también a Latinoamérica y a las poblaciones más vulnerables?

Pensar la innovación desde qué oportunidades abre, para quiénes y cómo nos preparamos para participar.